quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Fado Património da Humanidade?!

Acerca da candidatura do Fado a Património da Humanidade:

"(...) O Fado não é uma candidatura, é uma realidade(...)" - Marisa, 2011


terça-feira, 22 de novembro de 2011

O Facebook e a minha mãe


O que é mais dificil?!
Dizer aos filhos como vêem os bébes ou dissuadir a minha mãe à utilização do Facebook?!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Teatro - "Pequenos Burgueses"

Ontem tive a oportunidade de voltar ao Teatro e soube bem.
Fui ver esta peça que se encontra em cena no Teatro da Trindade, baseada no romance de Carlos Oliveira e que toma corpo em dois actores apenas, que ao longo da acção vão vestindo a pele de diferentes personagens.
Trata-se da descrição de um povo local com os seus costumes, tiques, manias e vicios... Na minha opinião um crú e fiel retrato do amor num tempo passado, mas com um paralelismo ao que vivemos hoje em dia gritante.
De ressalvar a metáfora deixada a entender entre o jogo e o amor. Sem dúvida a não perder!

Local: Teatro da trindade. de 10 a 27 de Novembro, de 5ª a Sábado às 21h45, Domingo às 17h


Interpretação: Diogo Andrade e Nádia Nogueira
Custo: 5€ às 5ªs feiras, restantes dias a 8€

Reservas: 213420000 ; 927982834

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A caminho de Barcelona!

Agora sim, tenho tudo a postos para zarpar para Barcelona!

Finalmente, uns dias de alheamento da realidade... Sim, porque no fundo esse é o verdadeiro fundamento da palavra férias!

Hasta Luego

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Como "queimar" tempo



Sempre fui exímio na arte de "queimar" tempo, e hoje verifiquei que mantenho essa capacidade intacta!
Desde à ronha na cama, ao pequeno-almoço prolongado em frente à TV, passando pelas 2 horas à procurar um par de calças sem sucesso e acabando numa mala de viagem que se fazia em 20 minutos, a esta hora ainda incompleta...

Não, este tipo de gestão nunca foi para mim. Agora que reflicto, as coisas funcionam sempre melhor quanto menor a disponibilidade! É o que dá estar de férias quando ninguém mais está...

São vidas, como diz o outro.

domingo, 6 de novembro de 2011

Refugio



O meu é, foi e sempre será debaixo de um chuveiro com água bem quente. O único local onde consigo a clarividência e isolamento necessários...

sábado, 5 de novembro de 2011

O último beijo

Ele voltava agora a casa depois de uma última discussão bem acessa. A vontade era pouca, mas aquele ainda era o único lugar onde podia ficar.


Quando entrou dentro de casa, ela estava sentada, contra a parede, de vestido branco já borrado de tanta lágrima maquilhada. Tinha-o comprado naquela tarde. Já o andava a fisgar há algumas semanas e fora-o comprar naquela tarde à Baixa de Lisboa. Saiu a correr do trabalho e antes que ele estranhasse qualquer coisa, apanhou o metro e o barco tão depressa que corrigiu o atraso. Hoje a noite seria apenas para eles dois. A filha tinha ficado ao encargo dos avós e tinha tudo para ser uma grande noite - pensava ela.
Enquanto atravessava o Tejo só pensava em como seria a mulher mais feliz do mundo. Nas suas costas deixava Lisboa, que naquele dia ficava para trás devagar demais, tal era a sua ansia. O mar mantinha-se revolto, como vinha acontecento há já alguns dias, mas ao menos não chovia e por isso, aproveitou a viagem na parte exterior do barco a apreciar as gaivotas que acompanhavam quase sempre aquele percurso.


Descalça, de pernas entreabertas e decote desalinhado, sem o mínimo querer e sem saber o que sequer fazer. Riscava anarquicamente a parede em que se apoiava com um marcador que tinha à mão, da mesma maneira que ele a tinha marcado nos últimos 5 anos.
Tinham sido muitos anos, muitas brincadeiras, muitos bons momentos, e era apenas disso que ela se lembrava das coisas boas...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O primeiro beijo

Tinham passado cerca de 6 anos desde a última vez que tinham estado juntos. 
A despedida foi forte. Na altura ambos sabiam que nada voltaria a ser como dantes e que cada um tomaria o seu rumo, com outras escolhas, outras decisões, outras relações...
Com o passar do tempo os contactos entre eles foram escasseando, e um simples perguntar de "olá, como estás", deixou de ter sentido.
Quando nada o faria esperar, numa representação da sua instituição, ele deu com de caras com ela. Estava agora com um ar mais maduro, mais seguro, mas mantinha o sorriso de miúda adolescente que tinha no primeiro dia em que se tinham cruzado.
Não deixaram escapar a oportunidade, e acabaram por combinar um café quando ela saisse mais logo.
A conversa acabou por se prolongar num bar discreto que havia na periferia da cidade.
As horas foram passando e nem a fome dava sinais de presença, tal a o sentimento de avidez de parte a parte.
Ele, há anos que se encontrava sozinho, e ela já mãe de uma filha, apresentava agora um discurso mais amargo, fruto de uma relação mal conseguida.  

Sairam dali a passo lento, e perderam-se a contemplar as sombras que iam caíndo tenazmente dos postes de iluminação.
Sombras de um amarelo torrado, espelhado nas poças de água dispersas pelo alcatrão da rua.
O vento já apertava, não em força mas em frio, e tempo depois, viram-se os dois a fazer concursos de chamines fumegantes oriundas da boca de cada um.
Ela, agora, fazia-o intencionalmente direccionada a ele, e assim que começou, fez-lhe lembrar todo o querer afogado há anos atrás.
Já não tinham idade para pensar nas consequências, no que tinha ficado para trás ou sequer no que seria o dia de amanhã.
Ela pôs-se em ligeiro bico de pés, ele curvou ligeiramente o pescoço e levou a sua mão, aberta, à nuca dela. Puxou-lhe o cabelo para trás, descobrindo toda a sua cara -a beleza continuara lá ao final destes anos todos, pensou ele.
Ele fechou os olhos e abeirou-se prudentemente dos lábios dela, que por alheios estes anos todos, só agora deram a perceber o quanto sempre foram macios.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Férias ou talvez não...

Finalmente de férias! Não sei é ainda se terei tempo para as gozar ou nao...
Tudo depende da prespectiva...

Ritmos, imprimidos ou reprimidos, eis a questão!

Adoro as marteldas logo as 9h00 da manhã no andar que fica imediatamente acima do meu quarto! Tanta altura para fazer obraas tinha logo que ser agora?!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Reanimação Cardio-Respiratória

(...) "A reanimação é um acto de fé conjunta!"(...), e se nós não acreditarmos nela quem é que irá acreditar?

por HR, 2011/10/31