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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Natal menos infeliz
Se querem saber, não, não está a ser um feliz Natal para mim! Hoje não o irei desejar aqui.
Bem sei que são as vicissitudes da minha profissão. Um dia quando escolhi ser Enfermeiro, não pensei nos "natais" que ia passar a trabalhar. Fiz a minha escolha, estou feliz e realizado, mas sinceramente hoje e amanhã custa mesmo muito trabalhar...
Vi pessoas a ter alta, outras a dar entrada no Hospital, outras que provavelmente não irão chegar ao dia 25...
Vi familiares de doentes a chorar, estive com familiares de doentes que quase me emocionaram, não pelo que disseram mas pelo desfecho que eu sei que irá ter este natal para eles.
O natal no Hospital não é feliz para ninguém...
Cabe-nos a nós fazê-lo... menos infeliz!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Natal...
Chegou a altura de nos deixarmos levar pelas pequenas coisas. Deixar sentir as palavras simples, o sorriso mais pequeno e deixar sair o maior dos amuos...
Chegou a altura de revitalizar a alma e recauchutar o nosso exterior, por uma semana, que seja... Para que não corramos o risco de nos esquecer como é, como se faz e como se deixa entrar em nós o espírito natalício.
Já bebemos dele há muitos anos atrás. Bebíamos, comíamos, sonhávamos e acordávamos todos os dias a pensar Natal, da cabeça aos pés, de dentro para fora, da maneira correcta... de dentro para fora...
Por tudo o que já vivemos e nos lembramos. Da maneira correcta, da maneira mais simples e verdadeira...
domingo, 23 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Ambientador Natalicio # 1
Nos próximos dias irei deixar aqui uma música por dia, com diferentes interpretes, todas elas inerentes à época, porque para a viver, também é preciso cantar...
domingo, 9 de dezembro de 2012
Natal a letras garrafais.
É isso que observo para lá do que o meu olhar consegue alcançar.
Olho e volto a olhar para lá da garrafa que tenho em mão... Mas nada vejo, para além de umas pequenas luzes dissimuladas pelo distorcido de um simples vidro martelado.
Sentado numa esplanada de uma quase deserta Rua Augusta, vejo as iluminações de Natal que embora sem o alcance de outros anos, mantêm a mesma magia.
As pessoas vão e vêm. Vão e vêm... Uns agarrados, outros bem soltos. Uns com esperanças e outros sem qualquer ponta dela. Uns mais outros menos...
Eu continuo aqui sentado, balanceando a minha garrafa gelada na mão direita, e com a mão esquerda refugiada no bolso do meu casaco,rezando e implorando para que eu não me lembre de a tirar de lá.
O empregado de mesa vai e vem sem reparar que está a ser reparado. O passo apressado e as costas bem direitas. A rapidez de execução e a memória incrivel para oito pedidos diferentes. Impressionante...
Há sempre alguém que avalia de fora e há sempre alguém que é avaliado por dentro.
No meio disto tudo, e por mais que pensemos que não... Há sempre alguém!
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